× Últimas Entretenimento Política Cultura Economia Desporto Sociedade Mundo Outros Receitas Saúde Notícias Curiosidades

 

Os empreiteiros que não cumprirem os prazos contratuais e de execução das obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) serão responsabilizados judicialmente, segundo o administrador municipal da Chicala Cholohanga, província do Huambo, que apela às empresas no sentido de se pronunciarem o mais rápido possível, para não terem os contratos rescindidos.

Paulo Moma Kuondomboka considera "inadmissível e injustificável” o comportamento de alguns empresários que, com obras pagas ou com um adiantamento financeiro substancial, não honrem os compromissos assumidos com o Estado, frisando que "vão sentir a mão pesada” das autoridades competentes.

A execução física de algumas obras, aclarou, contrasta com a execução financeira, havendo situações em que a construção está abaixo dos quatro por cento, um quadro de incumprimento que levará a Administração da Chicala Cholohanga a efectuar uma reavaliação do trabalho, para, posteriormente, entregar a outras empresas, com maior capacidade e idoneidade.

O atraso que se verifica na construção de uma escola, com sete salas de aula, e de um campo de futebol, na aldeia de Chiwissi, comuna do Samboto, com pagamento em quinze por cento, é citado por Paulo Moma Kuondomboka como um dos exemplos de insatisfação na execução das obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) na circunscrição.
Frisou que dezassete acções de impacto social, avaliadas em mais de quinhentos milhões de kwanzas, estão em curso, salientando que, dentro de dias, vão ser entregues projectos nas aldeias de Chipesse Sambo e Cawe, no Samboto.  

 

Partilhar via Whatsapp