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Os taxistas da capital angolana, Luanda, marcaram para março uma greve de três dias, para protestar, entre outras questões, contra o mau estado das estradas e a sua exclusão das políticas de habitação e microcréditos para a juventude.

A paralisação dos serviços entre 01 e 03 de março foi anunciada em comunicado pela Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), que contesta ainda a discriminação no que se refere ao cumprimento do Decreto Presidencial relativo à lotação a 75%, que deixa os transportes públicos e subvencionados pelo Estado impunes na violação da referida lei, bem como o excesso na atuação de alguns agentes do Serviço de Investigação Criminal contra a classe profissional.

No comunicado, a ANATA realça que a paralisação é um último recurso, depois de se terem esgotado todos os contactos com as autoridades no sentido de resolver os problemas.

Depois de ouvidas outras associações e cooperativas de taxistas, decidiu-se pela paralisação dos serviços de táxi em toda a província de Luanda de 01 a 03 de março, que será extensiva a todos os tipos de táxis ocasionais (‘candongeiros’, miniautocarros, ‘gira-bairros’, carrinhas, etc.), apelando a que, durante a greve, todos os taxistas mantenham os veículos parqueados, com dísticos a informar os motivos.

“Devem todos manter a serenidade, a tranquilidade e observar as regras de boa conduta, não agredir ou vandalizar bens públicos nem privados, sob pena de responsabilização individual”, realça a nota.

A associação agradece e reconhece a abertura ao diálogo do Ministério dos Transportes, do Instituto dos Transportes Rodoviários, do Gabinete de Tráfego e Mobilidade de Luanda, do comando provincial da Polícia e a unidade de trânsito de Luanda, quando se trata de problemas da sua competência.

 

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